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o primeiro passo para termos o guarda-roupa que sonhamos

PRIMEIRAMENTE, PERDÃO PELO TÍTULO SENSACIONALISTA!

Pois bem, eu decidi que não sentiria vergonha de fazer pequenas mudanças na minha vida. Achei que era melhor do que simplesmente continuar vivendo na insatisfação. Melhor para o mundo? Não sei, mas acredito que ao menos vai ser melhor para mim.

Todo esse processo que falei nas últimas postagens começaram quando eu fiz o curso de consultoria de imagem e estilo, algo que eu queria estudar há tempos mas pela rotina louca de faculdade, estágio e ainda o TCC em 2016, sempre deixei para depois. Enfim, agora estou nessa famigerada fase do desemprego (alguém por aí também?) e resolvi investir não só nesse desejo como também em outro que era estudar a história da moda. 


E consultoria, quando bem executada, é exatamente sobre autoconhecimento, só que traduzido em visual. Ela não é sobre a imposição de regras, como podemos pensar que seja pelos clássicos programas de TV que trabalham o tema (sabe aqueles em que o apresentador detona a pessoa e joga tudo que ela ama fora? péssimo). As meninas do Oficina de Estilo, por exemplo, seguem muito essa linha de descoberta pessoal, que busca muito além de uma simples "alteração de estilo", digamos. Não sou formada por elas, mas me identifico. 

Acima, coloquei alteração de estilo entre aspas porque nosso estilo é único. Ele pode vir de diferentes referências, evoluir ao longo do tempo (assim como nós evoluímos), mas ele sempre será baseado em uma coisa, que é difícil de ser transformada: nossa personalidade. 

Entender quem nós somos, quais são as nossas prioridades no momento e na nossa vida todinha, como nós queremos ser percebidas pelas pessoas, qual é a imagem que queremos passar para o mundo e quais aspectos chamam nossa atenção visualmente são indagações importantíssimas para ajudar a gente a entender como podemos fazer decisões mais sábias na hora de escolhermos quais peças do nosso guarda-roupa realmente combinam com a gente e também na hora comprarmos algum produto novo, por exemplo. 



Além disso, é crucial saber qual é a vida que a gente leva, sabe? A nossa vida acontece agora. A gente precisa se vestir para o hoje. Não para o que achamos que seremos no futuro. Nesse sentido: se a gente passa 5 dias da semana no trabalho, por exemplo, por que a gente enche o armário de roupas de festa que vamos, sei lá, 1 ou 2 vezes por semana? É algo que a Thaís Farage, consultora que acompanho nas redes, comenta no vídeo abaixo, que recomendo para quem quer saber como fazer compras mais inteligentes! Olha só: 



Acho legal, no entanto, a gente ter aspirações. Tipo, mirar alto. No sentido de usarmos uma roupa que achamos legal hoje em vez de esperar uma situação x para usar, sabe? (De novo, voltamos para a questão do agora). Só acho que fica perigoso quando o guarda-roupa inteiro exibe algo que não somos, sabe? Se roupas são para um corpo que não temos ou uma rotina que não temos...

Estou passando por esse processo. E também estou ajudando as pessoas que moram comigo nesses questionamentos, colocando em prática os aprendizados do curso. E agora convido vocês a entrarem  comigo nessa jornada louca, mas muito gostosa :p

Quem quiser saber mais, recomendo MUITO MUITO MUITO (vocês entenderam, né? é para ler!) o livro Vista Quem Você É, justamente das meninas do Oficina (elas em breve vão lançar um edição atualizada, fiquem de olho). Indico também o e-book produzido por elas sobre como ter um guarda-roupa que se encaixe com a sua vida e quem você é.  Existe também um livro gringo chamado The Curated Closet que fala desse tema, mas como ainda não terminei de ler, ainda não posso opinar. Mas quando acabar, quem sabe rola uma resenha?

Let's have fun, bitches! 
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